Como diz a amiga Bruna, é tudo verdade.
No tempo em que internet banda larga ainda era luxo, lá pelos idos de 2001, eu trabalhava em uma escola de inglês na Vila Mariana. O fim do ano se aproximava e nossa coordenadora resolveu organizar uma confraternização com os alunos.
Uma professora sugeriu um lugar ali perto, segundo ela "um barzinho ajeitadinho que tem uma pista de dança". A grande vantagem é que podia-se ir a pé, da escola, depois das aulas.
A coordenadora achou a idéia boa, mas por via das dúvidas resolveu conhecer o lugar antes de marcar o evento. O que narro a seguir nos foi contado pela própria.
(parênteses: a coordenadora era uma senhora, tiazinha mesmo, cara de professora primária das antigas)
Diz ela que chegou até o local acompanhada do marido por volta das sete da noite. Foi barrada pelo segurança:
"A senhora quer entrar?"
"Quero, claro."
"Mas, minha senhora, isso aqui é uma boate."
"Sei, e...?"
"Minha senhora, BO-A-TE."
Minha ex-chefe esticou o pescoço para tentar dar uma espiada lá dentro. E viu umas moças assim, pouco vestidas, dançando sobre um queijinho.
Quer dizer, a gente por pouco não levou os alunos para confraternizar num puteiro. Fim.
segunda-feira, 28 de março de 2011
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