segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Virei estatística

Sábado em Janeiro, escola vazia, estava na secretaria ajudando nos atendimentos porque o moço da divulgação tinha faltado. Rapaz chega pedindo informações de curso. Todo simpático, bem vestido, falador. Falo do material, mostro os aplicativos da escola no meu celular, a secretária passa o valores, ele decide se matricular. Fica lá mais de uma hora batendo papo, diz que está esperando a irmã levar os documentos etc etc. Vira melhor amigo de infância da galera. Levanto, vou até minha sala que é do lado da secretaria, coloco meu celular pra carregar, pego minha carteira e vou almoçar. 

Volto e o moço tinha ido embora. Meu celular também.

Até aí quem nunca, né? Ter celular furtado é quase pré requisito pra ser paulistano. Fui no Ponto Frio e parcelei outro em 10 vezes. O que doeu foi a enganação. Tô me sentindo mulher traída.

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