sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

De como eu fui para o PS com uma caixa de transporte

O combinado era o seguinte: eu iria trabalhar, de lá encontraria o namorado no médico e juntos iríamos buscar a nova habitante da casa. Acordei meio mal, com dores no corpo e calafrios, mas primeiro dia de aula, tenho que ir. No meio do caminho percebi que não dava, eu estava mal mesmo. Desviei para o PS. Eu e a caixa de transporte. Não tinha febre, dengue descartada, fui medicada e voltei pra casa. O único pensamento era: preciso melhorar, tem uma gatinha me esperando. Dormi, dormi, comi, dormi, dormi, dormi e no horário combinado lá estava eu, esperando o namorado. Com a caixa. 

Duas horas depois, a caixa não estava mais vazia. Durou pouco, entretanto, pois a pequena miou, miou, miou e eu decidi que a vida é muito curta pra não pegar bebês gato no colo. 10 minutos e a caixa se tornou inútil.

Esta é a Peppa. Prazer, pessoal.



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