terça-feira, 15 de dezembro de 2015

2015 não foi um ano ruim

Ainda faltam 16 longuíssimos dias para 2015 acabar mas vou começar a escrever a retrospectiva assim mesmo porque sim.

Eu disse lá no twitter que queria manjar de photoshop pra fazer uma montagem da capa desse livro colocando 2015 no lugar de 1933 por motivos de: o que foi 2015, não é minha gente?



Mas a verdade, verdade verdadeira mesmo, é que para mim 2015 foi muito melhor que 2014. Para o mundo, gzuiz amado, dá pra fingir que não aconteceu?

2015 foi o ano das viagens. Eu revi o amor da minha vida, Barcelona, quase morri de frio (não estou exagerando) no Camp Nou, me apaixonei por Veneza e comi mal em Roma (que é tão absurdamente maravilhosa que quem se importa?).

Em 2015 eu passei pelas 5 regiões do Brasil. Fui ao Nordeste pela primeira vez, amei Belém, fiz meu check-in de sempre em Brasília, visitei gente muito querida em Curitiba, fui trabalhar em Florianópolis e dei aquele oi para o Rio de Janeiro porque não dá pra ser feliz sem o Rio pelo menos uma vez por ano.

Em 2015 eu adotei uma gata tigrada magricela e linda chamada Peppa e minha volta pra casa todos as noites ficou mais feliz.

Em 2015 eu quis voltar a correr, fiquei doente, não consegui cumprir a meta de 10k no segundo semestre e tive que voltar à estaca zero. Estou indo bem, agora e mantenho a meta pra 2016.

Em 2015 eu aprendi a fazer várias coisas novas.

Em 2015 eu mudei de ideia sobre muitas coisas muitas vezes. Coisas bestas, tipo meu cabelo, coisas sérias, tipo minha carreira. E não acho que isso vai ser diferente em 2016.

2015 pra mim não foi um ano ruim. Para o mundo, segue em frente, tem outros anos por aí.

Um comentário:

  1. Que beleza de ano com tantas viagens!
    Meu 2015 não trouxe nenhuma grande desgraça, mas tem sido um ano chatinho.

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